4.1.14

chegando de novo



Meio brega, meio jovem guarda. É muito boa essa Dentro, do disco do Bruno Souto, que está batendo bem. Esse blog acabou com posts bissextos em 2013, mas a ideia é tentar voltar de alguma forma, mesmo que para impressões rápidas e breves. Ano passado foi o ano em que descobri a música do Chico César e do Bruce Springsteen, ouvi pouco jazz e assisti Peter Gabriel em Londres, coisa que perseguia há mais de dez anos. Soa até óbvio, a essa altura, com atraso em fazer um balanço, dizer que Daft Punk fez o disco do ano. É artesanal, é todo feito no capricho. É um tributo à uma época em que o disco era importante do começo ao fim, com orquestras, orçamentos lá no alto, um time forte de músicos trancados em estúdio, aquela coisa de 2 meses para uma simples linha de baixo e por aí vai. Música tem que ser grande e o Daft Punk fez isso. O AM do Arctic Monkeys foi uma bela surpresa. Sempre fiquei longe do grupo, nunca me chamou atenção, mas fui atrás desse novo e soou muito bem feito. Os vocais me fisgaram. E é meio setentista, com R&B, com heavy metal, com tudo junto.


Nos últimos dias do ano, o Rumours do Fleetwood Mac foi trilha. Junto com os primeiros do Rainbow, o Kaya, do Bob Marley, e outras coisas que entravam no shuffle na serra: Mayer Hawthorne, Paul Simon, Sabbath, Zeppelin, Lenine, Dylan, The Heavy, Van Halen, Bruce Springsteen, The Band, Sharon Jones, Sam & Dave, Sam Cooke, Otis, Live e outras tantas coisas. Mas agora, já em 2014, aqui em cima da mesa, nas primeiras compras do ano, uma edição especial de Graceland, de Paul Simon, com documentário; o Catch a Fire, do Bob; e o novo livro do Ricardo Alexandre, que vai voar.

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