29.4.12

metallica e mais



O making of do Death Magnetic? Sério? Nem sabia que existia isso. Foi o Say que achou. Aliás, o próprio me convidou para dividir um tumblr. Quase não topei por ser mais uma coisa para fazer, mas o bom que lá consigo falar de coisas que não cabem aqui no SI. Sendo que é um lance mais rápido. Aqui você senta e passa um tempo, lá é uma coisa mais drive-thru.

Chega lá.

25.4.12

tocavideos e wilco


O tocavideos foi convidado para entrar no tributo ao Yankee Hotel Foxtrot -- disco do Wilco que fez aniversário de 10 anos anteontem -- que a turma do Rock'n'Beats organizou. Ana Clara, editora do site, me deu algumas opções de música e fui de Kamera, uma das minhas favoritas do álbum de Jeff Tweedy e cia. Compilamos umas imagens de arquivo e outras que fiz pelo Rio e Europa. A ideia era essa mesmo fazer uma espécie de arquivão, memórias e andanças. O vídeo segue abaixo, mas lá no site eu explico o conceito.

23.4.12

Piano


Where Breathing Starts é uma das melhores faixas do ótimo Changing Places, disco do pianista Tord Gustavsen. Para dias como esse, nublado e com cara de domingo, que faz hoje no Rio é mais do que uma boa pedida. Tord é da escola das poucas notas, do lirismo, e surpreende com leves ataques. A música passeia bem, flutua, com um toque meio hispânico. Ele é noruguês e veio ano passado para o BMW Jazz Festival.

19.4.12

RIP Levon


E a nova do RUSH?



Headlong Flight me lembrou aquele fase noventista deles, que gosto muito. Tá meio Counterparts, meio Test for Echo e isso com Rush clássico. Vem coisa boa aí. Tá demais.

18.4.12

SKIN e cia


Skunk Anansie tem sido a trilha dos últimos dias, principalmente Post Orgasmic Chill (99) e Wonderlustre (2010). Mas aqui quero falar mesmo do álbum de 99. A banda de Skin vinha de dois excelentes discos - Paranoid and Sunburnt e Stoosh - alternando canções perfeitamente pop, baladas delicadas e aventuras roqueiras com um pé no peso do heavy metal e outro na atitude do punk. Isso tudo com um ingrediente muito particular e fundamental: a voz da vocalista Skin. Negra, careca e dona de uma voz incrível, Skin é um fenômeno. A mulher é quase uma força da natureza. Ao vivo é hipnotizante, em performances incendiárias.

Eis que chegam no fim da década de 90 com um disco perfeito. Post Orgasmic Chill é um álbum para entrar no top 10 da década. É agressivo, pesado e cortante ao mesmo tempo em que é delicado, calmo e introspectivo. Ace é ótimo e esperto guitarrista e a cozinha é super afiada e segura com Cass e Mark.  Charlie Big Potato abre esquisita, pesada, progressiva, com intervenções eletrônicas, On My Hotel T.V. e Skank Heads são quase punks com Skin à toda, Lately e Secretly mostram a capacidade do quarteto de criar pérolas pop radiofônicas e You'll Follow me Down chega a ser comovente. E tem muito mais. Tem We Don´t Need Who You Are e Tracy's Flaw, por exemplo, com Skin mostrando ser uma vocalista completa, e um refrão pegajoso em Cheap Honesty.

E aí, na sequência, em sua melhor fase, a banda acaba. Skin voa solo com bons discos e o resto da turma se mete em outros projetos.



Corta para 2010, eles anunciam um retorno com uma coletânea -- e dentro três ótimas inéditas --, uma turnê e - oba - um disco de inéditas que saiu no comecinho de 2011, o tal Wonderlustre, que é excelente. Aqui embaixo Because of You, o single da volta em grande estilo. Talvez uma das melhores músicas do grupo. Uma porradaria de bom gosto e a Skin melhor do que nunca.



O rock não precisa ser preguiçoso, como se vê por aí aos montes hoje em dia. E a boa notícia: Skin e cia estão finalizando um novo trabalho.

13.4.12

RUSH



E esse aperitivo do RUSH?

Tá demais, mesmo com a capa horrorosa.

12.4.12

e a nova do Pantera?


É boa essa Piss. Vale dizer que, como sempre, o riff é matador. 




Claro, o que deixa ela melhor é o fato de ser inédita, saindo agora anos depois do fim da banda, morte do Dime etc. Ela está numa versão nova e deluxe do Vulgar Display of Power que está saindo do forno. E tem cara mesmo daquela evolução, em grande escala, do Cowboys.

5.4.12

3 coisas


Na cabeça: The Wall, de semana passada. Ainda me recuperando do impacto para falar algo aqui. No som: Mariana Aydar e seu ótimo disco Cavaleiro Selvagem Aqui Te Sigo. E também, nesses últimos dias, o livro do Metallica, que bateu muito muito bem. A história da banda ficou ainda mais fascinante. Mas eu volto para falar sobre essas coisas.