13.1.12

da Noruega


Esse Jarle Bernhoft, da Noruega, estava abrindo os shows do Ben L'Oncle Soul na França, no fim do ano passado. A queridíssima e sempre atenta Lela viu lá e passou a bola por email - um vídeo em que o Bernhoft exibia-se numa viagem solo alto nível soltando umas programações na hora e cantando em cima, dobrando linhas. Coisa de louco.


Depois o Say veio e disse que o tal noruguês era realmente muito bom e merecia um download. Fui atrás dos discos, peguei dois: Ceramik City Chronicles, de 2008, e Solidarity Breaks, do ano passado. Não paro de ouvir desde ontem. Tem muito groove, muita coisa de soul, com acento pop forte e ainda umas baladas dignas de uma FM de bom gosto. É um som que dá para ser tanto trilha do almoço de sábado em casa quanto de uma festa sexta à noite. Bernhoft canta muito, alterna voz fortes com alguns momentos de falsete cristalino. Não catei infos das gravações, mas acredito que ele toque tudo ou quase tudo nos álbuns. No clipe abaixo, ele brinca de ser a banda toda.


Está crescendo a turma que já tem Mayer Hawthorne, Cee Lo Green, Ben L'Oncle Soul, Jamie Lidell, Michael Kiwanuka, Gotye, Jamie Woon e por aí vai. Tem muito cantor pop - bebendo na inesgotável fonte do soul ou não - bom hoje e isso é ótimo. É gente que veio pra ficar mesmo. Mas o time das meninas está ficando pra trás com essa coisa de foco só na Adele. Se bem que o Rafael está encantando com a tal da Lana del Rey, que tem algo de musa, sim. Ele fala lá no Espístolas disso.

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