
30.6.11
PG

Di Melo

29.6.11
Nova

28.6.11
MJ nos anos 90

27.6.11
Peter Gabriel no SWU
26.6.11
Ventura

24.6.11
Sempre as Mesmas: Renata D`Elia

Não sou lá muito fã de Genesis. Peter Gabriel soube voar muito bem na carreira solo. O “Melt” é provavelmente meu preferido. Nos anos 1980, ele é um cara genial rodeado por gente genial como a Kate Bush, a Laurie Anderson, Tony Levin, Robert Fripp, o próprio Phil Collins. Daniel Lanois também trabalhou com ele. O “So” é disco pop perfeito. Só lamento contrariar os grandes intelectuais cabeçudos da crítica musical, mas não entendi o culto em torno do “Scratch My Back” embora tenha curtido algumas coisas do disco.
Arctic Monkeys é uma fabricação da imprensa musical inglesa que foi reproduzida com histeria no Brasil e comprada sem critério pelos deslumbrados de sempre. Acho até que melhoraram, o tal do vocalista lançou até umas coisinhas bacanas, mas peraí, não é pra tanto. Os Strokes me soam repetitivos. Uma pena, já que o “Is This It” tem essa coisa pós-moderna (como alguns gostam de dizer) de soar como um disco de rock velho sendo muito novo e muito “fresh”. Não é datado. Já o BlocParty é uma grande choradeira, com duas ou três belas músicas em três discos. Sem contar que é muito feio achar que não pega nada fazer playback no terceiro mundo, né? Mesmo que seja na festa da MTV. Franz Ferdinand é talvez a mais regular das bandas dos anos 2000. Arcade Fire foi uma surpresa e tanto na década passada. Tem ali uma espécie de fauvismo musical, uma paleta de cores riquíssima, uma proposta de celebração bem sucedida. Não conseguiram ainda superar o “Funeral” e espero que não descambem pro messianismo chororô ou pela mania de grandeza que já estragou muita banda, mas é um belo grupo, que transgrediu a palidez anódina e a vibe de “sou feio e deprimido” do mundo indie. Só isso já seria um grande mérito pra eles e pro Franz Ferdinand.
É uma bela banda, com coragem para experimentar e ir além. O lado ruim é esse flerte exagerado com o abstrato. Está virando um Dadá mal resolvido. Não tem como não achar que eles se levam a sério demais. Transparece ali uma obsessão com o iconoclasmo e não mais com a musicalidade, tem muito “som” e pouca “música”. Periga daqui a pouco o Thom Yorke gravar um disco roncando e todo mundo dizer que é genial. Principalmente se resolverem vender pelo preço que os fãs quiserem pagar. Estou com os carnívoros convictos: fodam-se as vacas sagradas!
Qual foi o álbum dos anos 2000?
Vamos nos fixar nas bandas aí de cima. O “Is This It”, dos Strokes, o “Funeral”, do Arcade Fire e o primeiro do Franz Ferdinand são os discos fundamentais da década.
Cedo, não? Certamente não ouvi tudo de bom que já está por aí. Fico num terreno conhecido, o último do REM. E com o novo da PJ Harvey.
Pouca coisa nova, muita coisa velha. Gosto de uma banda britânica chamada Wild Beasts. Não tenho muita regra. Vou de Kate Bush a Serge Gainsbourg, Itamar Assumpção, King Crimson, muita coisa do David Sylvian, solo e com o Japan. Tenho ouvido muito o Paul McCartney com o Wings. E tem Rolling Stones e David Bowie, que quase nunca sai das minhas seleções.
21.6.11
jazz jazz jazz



20.6.11
O que esperar?
19.6.11
O show do Symphony X

17.6.11
+soul
16.6.11
Metallica + Lou Reed

Aquele lance que o Kirk tinha falado do Secret Project foi revelado: um disco ao lado de Lou Reed. Curioso, no mínimo. Vamos ver o que sai. Tá lá no site deles.
15.6.11
JAM

13.6.11
Hoje tem
rock colorido

11.6.11
10.6.11
BMW
9.6.11
8.6.11
+Pain of Salvation no RJ

7.6.11
Pain of Salvation no RJ







