19.2.11

radiohead II


Uma coisa leva a outra. Hoje foi o dia do Radiohead no twitter. Não deu para escapar. Peguei, escutei e falei algo aqui embaixo. Uma primeira impressão, depois de ouvir uma vez o álbum. Fui de curioso, de quem tem certa implicância e, ao mesmo tempo, interesse pelo som, logo eu, admirador do canto em falsete. Agora à noite, resolvi dar um play em algo de In Rainbows, o disco anterior, que gosto superficialmente ainda. Reckoner, por exemplo, é ótima. Achei, inclusive, Cee Lo cantando à frente do Gnarls Barkley, no youtube. Cantando muito.

Meio sem rumo e motivo, chego, então, ao The Bends, segundo álbum da carreira de Thom Yorke e cia. Começa bem com Planet Telex e The Bends e depois me deixa em área conhecida com High and Dry e a belíssima Fake Plastic Trees. Bones passou meio batida para dar lugar a (Nice Dream), assim, entre parênteses mesmo. Parei nela. E estou na décima execução, aproximadamente. Fui pego de surpresa e nem consegui avançar no cd.

A voz de Thom está cristalina e a harmonia é muito bonita, aberta, com vida. Mais pro fim uma guitarra levanta o ritmo, que depois cai de novo e abre espaço para Thom Yorke voltar no falsete e repetir Nice Dream como se fosse um mantra.

Me pegou.

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