20.2.11

férias

O blog sai de férias. Afinal, todos merecemos. Nos próximos dias o Som Imaginário ficará offline. Início de março a coisa volta. A trilha do fim de semana - entre outras coisas - foi uma repetição quase sem fim de (Nice Dream), do Radiohead. Bela canção. Europa vem aí. Junto com ela um concerto na Accademia Nazzionale di Santa Cecilia, em Roma; e um festival com bandas europeias de metal, nova safra, em Paris. Na verdade, comprei o ingresso para ver Symphony X. Nevermore vem de brinde. E as outras não conheço.

O descanso é importante. E ele chegou.

Para embalar o voo de logo mais e os próximos dias. Essa Dreams, do Van Halen, que levanta qualquer um e abre o céu mesmo no frio.

19.2.11

radiohead II


Uma coisa leva a outra. Hoje foi o dia do Radiohead no twitter. Não deu para escapar. Peguei, escutei e falei algo aqui embaixo. Uma primeira impressão, depois de ouvir uma vez o álbum. Fui de curioso, de quem tem certa implicância e, ao mesmo tempo, interesse pelo som, logo eu, admirador do canto em falsete. Agora à noite, resolvi dar um play em algo de In Rainbows, o disco anterior, que gosto superficialmente ainda. Reckoner, por exemplo, é ótima. Achei, inclusive, Cee Lo cantando à frente do Gnarls Barkley, no youtube. Cantando muito.

Meio sem rumo e motivo, chego, então, ao The Bends, segundo álbum da carreira de Thom Yorke e cia. Começa bem com Planet Telex e The Bends e depois me deixa em área conhecida com High and Dry e a belíssima Fake Plastic Trees. Bones passou meio batida para dar lugar a (Nice Dream), assim, entre parênteses mesmo. Parei nela. E estou na décima execução, aproximadamente. Fui pego de surpresa e nem consegui avançar no cd.

A voz de Thom está cristalina e a harmonia é muito bonita, aberta, com vida. Mais pro fim uma guitarra levanta o ritmo, que depois cai de novo e abre espaço para Thom Yorke voltar no falsete e repetir Nice Dream como se fosse um mantra.

Me pegou.

18.2.11

radiohead

Ao abrir o twitter mais cedo vi que haviam liberado o novo do Radiohead. Sabia que seria aquela coisa em torno do lançamento. Fui atrás de King of Limbs. Gostei do que ouvi de Lotus Flower para frente. É quando a coisa ganha melodia e alma, como bem observou o Marvio. Antes disso, na primeira parte do cd, é aquela série de barulhinhos e batidas tortas. Coisa que não me fisga. Meu conhecimendo de Radiohead continua restrito ao In Rainbows na íntegra - que gostei de algo, do clima, de uma onda mais prgressiva -, coisas soltas - obviamente Creep e Fake Plastic Trees entre elas -, e agora o tal do King of Limbs. Além de Lotus Flower, há o que admirar ali e são: Codex, GiveUpTheGhost e Separator.

17.2.11

será?

Daniel Gildenlow teria dito, em sua página oficial no Facebook, que a turnê do Pain of Salvation passa pelo Brasil em junho.

14.2.11

The Heavy


Ontem, na cena que abre O Vencedor, filme com Christian Bale e Mark Wahlberg, tocou uma música que, na hora, pensei ser de algum grupo de black music obscuro do início da década de 70. Fiquei com a nota mental de catar depois e não perder, pois a primeira impressão tinha sido das melhores. Hoje, já no sempre útil google, fui atrás e me deparei com uma banda nova, britânica, chamada The Heavy, com dois álbuns. O segundo, de 2009, é o que tem How You Like Me Now, da trilha do filme, e é ótimo do início ao fim. A banda traz os ingredientes soul, funk e rock n' roll, já batidos, e muito bem misturados, com um super vocal à frente, Kelvin Swaby, que é o da direita, na foto acima. O resultado é um som pulsante, cheio de groove. Vale a pena correr atrás o álbum The House That Dirt Built.

Aqui a tal música.

03 How You Like Me Now by fneumayer

addendum: o The Heavy continua tocando muito bem e descobri que o groove principal da música acima foi tirado de uma canção do grupo, das antigas, Dyke & The Blazers, ou seja, minha primeira impressão, dentro da sala do cinema, não estava totalmente errada.

o site Who Sample Who explica isso melhor aqui.

11.2.11

a nova do Bonamassa

A nova do Bonamassa saiu hoje. Dá para ouvir no link abaixo. É ótima. Tem aquela onda dele. Aquela classe blueseira, caindo pro pop, lembrando Happier Times, do Ballad of John Henry. Os últimos posts curtos são reflexo da correria desses dias que antecedem um período de férias. Mas tem coisa boa rolando...

Dustbowl by fneumayer

9.2.11

Aloe Blacc

Já tinha gostado de Aloe Blacc em estúdio de primeira. Good Things, de 2010, é ótimo. Agora, depois de ver sua perfomance no Jools Holland, vejo que a coisa é mesmo séria. Classe e ginga de soulman. Vale conferir, também no youtube, sua versão para California Dreamin', que começa desmontada, mas depois embala.


4.2.11

James Blake

E essa voz?

2.2.11

FOLK

E o Fleet Foxes (ainda bem) anunciou cd e soltou uma faixa da nova safra. É aquele folk, com classe. O álbum sai 3 de maio, com o mesmo título da música abaixo.

Fleet Foxes - Helplessness Blues by subpop

1.2.11

rock in rio


Ontem, no site do Rock in Rio, foi anunciado o que deve ser um dos destaques do festival: o Palco Sunset. O curador do palco, Zé Ricardo, não adiantou muita coisa de nomes - falou em Marcelo Camelo, Sepultura, Erasmo Carlos, Arnaldo Antunes -, mas vendeu a proposta que é interessante. Esse palco menor receberá encontros, shows 2 em 1, com nomes nacionais e internacionais. Também já haviam falado de Tulipa na imprensa, semanas atrás. Para quem gosta de colaborações, é um prato cheio. No mais, o Rock in Rio está meio devagar ainda com suas atualizações. O dia do Heavy Metal está (muito bem) fechado com Metallica, Motorhead, Coheed & Cambria e outros. Em outros dias anunciaram Elton John, Rihanna, Katy Perry, Red Hot Chilli Peppers...

Vale lembrar que o Metallica não pisa no Rio desde 99 (ano passado vieram só a SP) e o Coheed & Cambria foi uma grande surpresa ser anunciado no line-up por ser ainda um pouco desconhecido por aqui, mas é um dos grandes destaques da cena lá fora. O Coldplay também é uma presença de peso, mas ainda falta coisa no dia. Tem gente dizendo que o Arcade Fire está praticamente fechado, o que seria o pulo do gato do evento, e conquistaria o povo indie, que anda criticando com força as atrações, enquanto conta os dias para o Planeta Terra.
Vamos esperar. Está faltando coisa para o festival dizer a que veio. E ainda quero saber sobre a tal rua com shows de jazz e afins.

Na foto: Claudio Sanchez, o homem à frente do Coheed.

O video: http://www.rockinrio.com.br/diario-dos-bastidores-saiba-mais-sobre-o-palco-sunset/