11.1.11

Volta, Amy

Cheguei na distante Arena já depois de Janelle, ou seja, perdi Tightrope e outras pedradas de seu repertório. Além da apresentação incendiária, que imagino tenha sido.

Então vamos para Amy. Ontem ela apareceu, depois de um pequeno atraso, para alívio de todos. Foi um show curto, com Amy saindo algumas vezes do palco e voltando, me deixando aliviado com as voltas. Mas nada de surpresa, estava no script, foi igual ao show de Florianópolis.

Ela, como esperado, passeou pelos hits do excelente Back to Black - Tears Dry on Your Own, Me & Mr Jones, Love is a Losing Game, You Know I'm No Good etc - e ainda algo de Frank, seu primeiro álbum que ainda não ouvi com atenção. Fora isso, teve espaço para o standard Boulevard of Broken Dreams, meio cabaret, meio jazz. Tudo isso com direito a crises de riso, entradas atrasadas, letras esquecidas...

Alguém imaginou diferente?

A verdade é que quando cantou, a voz brilhou. Amy está voltando, ao menos, está tentando. É o que parece. Não temos motivos para policiar qualquer movimento dela - se cheirou, se bebeu todas, se virou a noite no bar na noite anterior do show. Em algum momento a história foi diferente? Amy tem essa coisa rocker from hell com a veia soul e a roupagem jazz. É aí que sempre esteve seu charme. E, sinceramente?, não tem mistura melhor. Que Amy volte para a música e nos presenteie com o sucessor de Back to Black. Logo.

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