28.8.10

Black and Blue

Meu estudo de Stones, que começou com Exile on Main St, segue bem agora com Black and Blue, disco de 76, que marca o início de Ron Wood entrando na banda no lugar de Mick Taylor. Mais uma vez fui surpreendido por Mick Jagger e cia, turma que nunca dei atenção. Tudo já começa envolvente no groove de Hot Stuff, que abre o álbum, e em seguida, Hand of Fate, com a cara do que é Rolling Stones, passa o recado. Tem mais black music (Hey Negrita), reggae (Cherry Oh Baby), duas belas baladas (Memory Hotel e Fool to Cry), uma brincadeira jazzy com Billy Preston (Melody) e a puro rock Crazy Mama. Os Stones estavam muito bem no meio da década de 70, voando alto, deixando a música fluir, solta, fruto de pura inspiração, isso faz a diferença. Não é só uma questão de composição, mas também de momento. E vou junto. A boa foto pesquei no google e acredito que - assim como Michael Jackson, McCartney, Lennon, Sinatra, Elvis, talvez Dylan - Mick Jagger é desse tipo que não precisa de legenda, basta a foto.

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