4.6.10

AMY


A rotina de trabalho intensa me tirou do blog nos últimos dias. E admito também que, de certa forma, seria algo monotemático chegar aqui para falar (mais uma vez) da Janelle Monáe, do Mayer Hawthorne ou do último álbum do Pain of Salvation. São todos fantásticos e não saem do ouvido. Ontem consegui dar uma escapada desses três para ouvir o último álbum de Bettye LaVette com regravações do rock britânico, Interpretations: The British Rock Songbook. Soou interessante, gostei muito da abertura com The Word, do repertório dos fab four, mas ainda preciso me acostumar com bruscas variações melódicas, como em All my love, a bela balada que Plant colocou no último álbum do Zep. Outra, Maybe, I´m Amazed, do Paul, também bateu bem.

Agora pouco, no computador vizinho aqui no trabalho, abriram uma playlist com
Me and Mr. Jones, de Amy Winehouse (foto), e, enquanto ouvia, fiquei pensando no talento de Amy, que pegou todos de surpresa com o seu Back to Black anos atrás. Uma pena que ela tenha entrado num caminho -- até agora sem volta -- de degradação, se afundando em drogas e aparições bizarras. Espero que Amy tenha força e espírito para um próximo disco.

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