16.3.10

+Tom Waits


Pretendia mergulhar nos discos do Dream Theater como aquecimento para o show de sábado, mas Tom Waits tem reinado absoluto. Seu Glitter and Doom (capa no post abaixo) não sai do som, nem da cabeça. Normalmente esses tipos únicos me fascinam. Foi -- e é -- assim com o próprio Dream Theater, e também com Peter Gabriel, Nina Simone e Milton Nascimento, para citar alguns exemplos. Com Tom Waits não está muito diferente, a pluralidade musical que sai de suas canções é de arrepiar, e não só pela voz quase assustadora, mas justamente pelas referências de jazz, música folk, rock, blues, soul, tango, broadway, teatro e tudo que ele tem direito. Pretendo ir atrás de muitos de seus álbuns, e, apesar de ter começado por esse ao vivo, que normalmente não acho o caminho mais adequado de conhecer um artista, no caso de Tom foi certeiro.

Sua I'll shoot the moon, com cara de standard jazzístico, me conquistou há dias e abriu a porta para Glitter and Doom. Outras como a folk Trampled rose - que li ter sido gravada por Robert Plant e Alison Krauss recentemente -, as roqueiras Make it rain e Metropolitan Glide, as belíssimas Fannin street e Lucky day, são mais amostras de onde Tom Waits pode chegar, e eu vou atrás.

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