30.10.09

Skunk Anansie está de volta

Acabo de ver em um site português que o grupo de Skin, o Skunk Anansie, está de volta. A primeira fase do grupo durou três álbuns e quatro, cinco anos, acabando no início dessa década e deixando excelentes trabalhos como o último (e melhor) Post Orgasmic Chill. Pelo comunicado no site oficial da banda, assinado pela vocalista Skin, o retorno parece ir além da coletânea com 3 músicas inéditas, que já está anunciada e será lançada semana que vem. Justificar

29.10.09

Glenn Hughes em dezembro

Glenn Hughes vem mesmo aí com sua mistura de rock e black music. Em dezembro, provavelmente no Circo Voador.

28.10.09

THIS IS IT

Caça-níquel ou não, não importa, hoje tem THIS IS IT.

addendum:
O filme é espetacular e o melhor texto para resumir a experiência está aqui: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/diversao/2009/10/28/226448-analise-this-is-it-devolve-a-michael-o-que-e-de-michael

23.10.09

Them Crooked Vultures

Essa é a capa do Them Crooked Vultures, que sai em novembro, em versão vinil e cd. No site da banda já é possível encomendar para vários cantos do mundo, não só EUA e Europa, pelo que vi. Mais uma vez, não custa repetir, os integrantes são Josh Homme, do Queens of the Stone Age, Dave Grohl, do Foo Fighters, e John Paul Jones, do Led Zeppelin. Tem tudo pra ser um dos grandes álbuns do ano.

20.10.09

Shuffle


O shuffle do tocador de mp3 tem me dado boas surpresas esses dias. Aliás, enquanto em casa os álbuns na íntegra têm um papel fundamental que não dispenso, acho que não há nada melhor do que o shuffle para a rua, o ônibus, e demais cenas do cotidiano. Esse é um dos motivos que voltei ao tocador de mp3 -- a surpresa com músicas enfileiradas e embaralhadas. Em uma das últimas, a sequência passeou à vontade por 29 Palms, música da carreira solo de Robert Plant; Someone to watch over me, pérola de Gershwin, na interpretação de Ella Fitzgerald; The look of love, Here comes the sun e I am blessed, com Nina Simone; Better, do último do Guns n'Roses; Bless those e Behind the sun, do novo do Living Colour; Tired of Hangin Around, dos Zutons; Altar Particular, da estreia de Maria Gadú; Trampled undefoot, do Physical Grafitti do Led Zeppelin e, nesse caminho meio sem rumo, continuou.

19.10.09

Bruce Dickinson

Esses dias retomei dois grandes discos solo de Bruce Dickinson. Accident of birth e The chemical wedding, que Bruce fez no final da década de 90, são brilhantes e trazem Bruce bem distante daquilo que fazia no Iron Maiden, que aliás, nessa mesma época, estava totalmente sem brilho, com Blaze Bayley nos vocais.

16.10.09

novo do John Mayer

Essa é a capa do novo álbum do John Mayer. Battle Studies sai no dia 17 de novembro e já tem Who Says, o primeiro single, tocando por aí e com clipe no youtube. Se conseguir manter o nível do último de estúdio, Continuum, já será ótimo.

+ Living Colour

O quarteto poderoso do Living Colour: Doug Wimbish, Will Calhoun, Vernon Reid e Corey Glover. Pesquei essas fotos no site da Rolling Stone, que fala muito bem do show de ontem em São Paulo e imagino que tenha sido. Hoje tem no Rio, no Circo Voador. Animei quando o show foi anunciado, mas desanimei nas últimas semanas, é aquele papo de meia-entrada, ingressos caros, que não vou entrar aqui no blog. Ficarei com os dois outros shows da banda na memória.

12.10.09

Living Colour

Gostei dessa capa do novo álbum do Living Colour, The chair in the doorway. No momento, Method, quinta faixa, é ótima e traz Corey Glover com ótimos vocais. É cedo ainda, estou visitando o disco pela segunda vez, mas acho que vou embarcar, coisa que não aconteceu com o anterior Collideoscope.

addendum: Este talvez seja o melhor álbum da banda desde o Time's Up. O Stain, antes da separação na década de 90, não é muito fácil, já mostrava uma banda numa fase difícil, é longo, com coisas muito experimentais, apesar de ter, ainda, ótimas músicas como Auslander. The chair in the doorway parece trazer a banda renovada, natural, mais à vontade e com todos em forma. O álbum "oficialmente" vai até a faixa 11, mas há uma música bônus na faixa 13, que é uma das melhores do disco.



8.10.09

Peter Gabriel

Hoje, ao entrar no blog do jornalista Mauro Ferreira, vi a notícia de que Peter Gabriel está com álbum no forno. É muito bom saber que vem coisa aí, mais precisamente, no início de 2010. O álbum, produzido por Bob Ezrin, será de covers e Peter cantará acompanhado de uma orquestra. É mais um passo na carreira sempre inventiva de Peter Gabriel, onde os álbuns não se repetem, cada disco tem um olhar, um tratamento diferente. O nome do sucessor do espetacular UP, de 2002, é Scratch my back.

7.10.09

disney jazz

É ótimo esse álbum Disney Adventures in Jazz lançado ano passado. Como o título entrega, são clássicas canções da Disney em roupagem jazz. O álbum é comandado pelo pianista Gil Goldstein, que tem a companhia do baixista John Patitucci e do baterista Billy Kilson. As recriações de temas como When you wish upon a star, Alice in wonderland, Beauty and the beast e Someday my prince will come, esta com participação do guitarrista Pat Martino, são de muito bom gosto.

5.10.09

It Might Get Loud



Sexta passada, a sala do Roxy, em Copacabana, estava cheia para ver
It Might Get Loud dentro do Festival de Cinema do Rio. O encontro na tela era, no mínimo, inusitado -- Jimmy Page, The Edge e Jack White, ou Led Zeppelin, U2 e White Stripes. Três gerações e estilos para contar a história da guitarra através de suas músicas, bandas, raízes etc. O filme é ótimo e caminha muito bem com uma direção primorosa de Davis Guggenheim, o mesmo de Uma Verdade Inconveniente. Apesar de ser um filme sobre guitarra e guitarristas, não é um filme para guitarristas apenas e, como já tinha visto Guggenheim destacar em uma entrevista, o filme passa longe dos clichês de filmes sobre guitarras e rock, não tem nada de camarins, depoimentos externos, direção fria, essas coisas que envolvem o gênero. É filme mesmo, com locações, ritmo e bom gosto.

Após a sessão, fiquei com a sensação de que o filme -- de pouco mais de uma hora e meia -- rendia mais, principalmente o encontro dos três no belo estúdio montado pela produção. Jack White, muitas vezes, soou um pouco forçado, quase um personagem, como se atuasse, quase um Johnny Depp, mas teve seus momentos. Page e The Edge contribuíram mais para o filme, cada um em sua área, sem melhor nem pior, apenas pela música. Claro que, devido à sua história, Page rouba a cena em vários momentos e é responsável talvez pela melhor cena do filme, quando puxa Whole Lotta Love e The Edge e Jack White ficam como duas crianças assistindo aquilo pela primeira vez. A cena é natural, bem captada e espetacular.

Jimmy Page revisitando suas raízes, discos e apresentado em imagens de arquivo é prato cheio para qualquer fã de Led Zeppelin -- e o Roxy tinha muitos. The Edge quando mostrou o "truque" do riff de Elevation, do U2, também foi responsável por uma das melhores cenas do filme. Que venha um dvd repleto de extras.